domingo, 12 de junho de 2011

Rodada Dupla (II)

 

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Rodada Dupla (I)


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Cambada de imitão

Lembra quando eu fiz uma simulação do uniforme do Galo pra 2011, que eu fui lá e criei um modelo de uniforme xadrez pra ser a terceira camisa? Lembra não? Aí ó:

Pois é. O Atlético não aproveitou, a Topper nem deve ter visto isso aí, o Kalil não gosta de terceiro uniforme. Aí vem o Bahia, nosso adversário desse domingo, e faz isso:



Esse pijama aí (pra usar as palavras do JobNoia) são os uniformes de treino. Em contraste com os uniformes de jogo do Bahia, que eu achei sensacionais, isso aí ficou uma merda.



Pois é. Quer imitar, imita direito, porra!

PS: Falando em uniforme, olha o que saiu no Blog do Chico Maia:

"Não sei se a palavra “assédio” se aplica aos casos, mas as duas maiores gigantes mundiais de material esportivo agendaram visitas ao Atlético: há 20 dias, o presidente Alexandre Kalil recebeu Luiz Alexandre, ex-jogador da seleção brasileira de vôlei, atual representante da Nike no Brasil para assuntos do futebol. Nesta sexta-feira, Kalil vai receber a Adidas, na sede de Lourdes."

É sério. Vai lá procê vê...

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Para o Cam1sa Do2e

Fiquei de fazer uma tirinha exclusiva pro Fael do Camisa Doze, e era pra hoje. Bom, ele não me disse se era hoje até meia-noite, mas eu acho que furei com o cara. Também nem tenho o e-mail do caboclo, então tô postando a parada aqui pra ele.

Fael, pode copiar aí!


Pronto. Agora além de ferrar com meus próprios cronogramas e planejamentos, tô ferrando o dos outros também.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

"No começo, tudo é início"

Com esta frase do genial Falcão, podemos definir esse pontapé inicial do Campeonato Brasileiro de 2011. Ótima vitória, apresentação quase sempre segura, estreia promissora de jogadores, goleador trabalhando, e um 3x0 com muitos gols desperdiçados como que por brincadeira. Mas, por outro lado, um adversário que não apresentou como futebol nada além de um desencontro tático, um time jogado nas costas do Paulo Báier véio de guerra, com uma esdrúxula fragilidade defensiva e o "toque Adílson Batista" na escalação. Resumo: vencemos, o Galo cumpriu a obrigação. E só. Isso não vale como teste pro campeonato.

Agora, na sequência, pegamos o Avaí (fora), São Paulo (casa), Bahia (fora) e Atlético Goianiense (casa). São 12 pontos em jogo, dos quais o Galo tem chance, sim de conquistá-los todos, e isso não apenas daria uma moral absurda ao time, como daria a gordura necessária para investir na Copa Sulamericana mais pra frente, que na minha opinião, deveria ser o foco do Galo no segundo semestre.

Temos que aproveitar o momento de fragilidade dos adversários. O Avaí na Copa do Brasil, o São Paulo ainda acertando seu time e jogando fora, o Bahia ainda contratando e tentando se encontrar em campo. Porque, depois desses jogos, a chapa vai esquentar pra valer com uma sequencia bem difícil.

Vamo que vamo, Galo!

E você, o que espera?

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terça-feira, 17 de maio de 2011

O que é que fica do Campeonato Mineiro

Terminamos um campeonato no qual nosso time foi desmontado e remontado em seu decurso, e mesmo nessa situação de trocar de pneu com o carro andando, chegamos à última partida com a vantagem do empate. Devido a situações adversas no campo tático, no campo da sorte e na disponibilidade de atletas, o Galo não foi campeão. É correto dizer que não foi o Cruzeiro que ganhou, e sim, o Atlético que perdeu.

Se há uma semana e meia a imprensa mineira (ultimamente respondendo também por imprensa azul) incensava o Cruzeiro como um time fora do padrão deste campeonato, sendo pateticamente alcunhado de "Barcelona das Américas", a partir do domingo passado até o dia de ontem, o que se viu foi uma legítima caganeira nervosa do lado da Enseada das Garças. Antes da maravilhosa quarta-feira em que Rentería e sua trupe aplicavam um castigo à megalomania demente dos estrelinhas, o que se ouvia era dizer-se o Campeonato Mineiro como uma taça sem valor, um "campeonato rural", sendo competição de verdade só a Libertadores, mesmo que há quase dez anos a turminha celeste só tenha ganhado mesmo é o tal ruralzinho. Mas veio o choque de realidade, e o medo se apoderou da mirrada e flutuante aglomeração que o clube azul gosta de chamar de "torcida", de tal forma que a loja CruzeiroMaria poderia até lançar uma linha de fraldas, que ia vender muito bem.

Sem Libertadores para a cruzeirada arrotar, coisa já certa e costumeira em Minas Gerais, o tal "campeonato rural", de repente, ficou mais importante que jogar com o Barcelona da Vida Real em Dubai. Esse trofeuzinho caseiro valorizou mais rápido que imóvel e gasolina! Veja bem, como são as coisas, não? Lógica de cruzeirense é realmente uma coisa muito engraçada. A começar pelo fato de alguém realmente querer ser cruzeirense. Mas enfim...

Finda a peleja, o que fica pra posteridade nem é o título que alguém tenha conquistado ou deixado de conquistar. Fica é a apuração de tudo o que se disse, da sardinha que a imprensa puxou pro lado azul, sabe-se lá a troco de que favores (todos sabem da fama de mafiosos de certos dirigentes daquelas bandas), e podemos dizer que venderam uma baita mentira: esse time do Cruzeiro é fraco pra diabo, e só ganhou porque o Atlético assim o permitiu.

Vejamos: enquanto o Galo fez do Campeonato Mineiro um laboratório, vendeu jogadores, dispensou outros de forma repentina, impossibilitando um pré-planejamento de reposição, totalizando pelo menos cinco titulares deixando o clube, perdendo o prazo de inscrição de novos atletas, o que se podia esperar para um torneio tão curto? Em determinado momento, até escrevi aqui um texto que afirmava ser o Galo, então, fragilíssimo e sujeito a uma goleada, caso a final contra o rival ocorresse naquela ocasião. Texto muito criticado, mas que o tempo se encarregou de mostrar que o que parecia um desvario era a mais simples verdade. Esse era o Atlético, desmantelado sem competitividade. O que poucos contavam é que, rapidamente, a equipe se recompôs como pôde, brilhando a estrela do treinador Dorival Júnior na arte de visualizar e lapidar talentos precoces e criar uma nova estrutura tática para cobrir a emergência da fase do mata-mata. Ótimo trabalho, infelizmente obnubilado pela péssima partida final, mas que há de ser reconhecido e sequenciado para o restante do ano. Saldo do Galo: poder de recuperação, lançamento de jovens talentos e promessas, raça, humildade de reconhecer os próprios erros e a promessa de um promissor e próspero futuro imediato.

No outro corner, havia o festejado Cruzeiro, empurrado guela abaixo como sumidade do futebol, algo superior ao plano terrestre, tal qual seus torcedores se regozijam ao falsetear um suposto "sangue azul", pessoas de uma estirpe diferente, uma "cultura superior", tipo o Ed Motta se achando bonito. O Cruzeiro já era o campeão declarado, não havia chance de ter pra mais ninguém. Era como se fosse o único time profissional do campeonato, jogando contra pobres juniores. Do jeito que falavam, faltava pedir para que os azulinos pegassem leve com os adversários.

Veio o primeiro jogo da final. O Atlético entrou em campo já com o saldo moral de ter derrotado os "invencíveis" por 4x3 na fase de classificação, mas isso não importava, devia ter sido um acidente. E ao apito inicial, quando todos esperavam um vareio das celestes, eis que o esquadrão listrado partiu pra cima, dominou o jogo, venceu, mesmo com o juiz dando uma baita ajuda ao adversário (inclusive não marcando um pênalti escandaloso no Neto Berola). Como é que podia ser? O Galo, com seu time montado às pressas, vencer os que se autoproclamavam superpoderosos e que contavam com uma base formada há pelo menos quatro anos? Foi o que aconteceu, o Galo venceu o primeiro round com propriedade, com direito à baixaria da apelação dos jogadores de azul, em especial de um babaca de marca maior, chamado Fabrício, que inventou confusão onde não tinha e faltou com o respeito aos colegas de profissão e à inteligência de todos os torcedores de futebol do mundo, tentando inverter uma situação se vitimizando ridiculamente. Vergonha alheia em níveis absurdos!

Uma pena que, no segundo jogo, o Galo não tenha sido tão feliz. Entrou sem interesse, não matou o jogo quando podia, deu todas as chances pro Cruzeiro e acabou perdendo. Perdeu o campeonato, mas manteve a honra intacta. Pelo contrário, o Cruzeiro pode ser considerado a decepção de 2011 do futebol brasileiro, por prometer tanto e entregar tão pouco, passando um aperto dantesco para vencer uma equipe em franca formação, até então considerada inapta a ao menos jogar de igual pra igual com o Barcelona de mentirinha. De quebra, o constrangimento azul aumenta pelo fato de o título ter vindo apenas porque o Atlético não quis, de fato, ser campeão. Saldo do Cruzeiro: ganhou a taça, mas perdeu a dignidade (se é que já teve), ganhou o troglodita Fabrício como símbolo da torcida, perdeu o crédito para se autoproclamar qualquer coisa, e pôs em dúvida a competência de sua equipe para ganhar uma simples partida sem ajuda de juiz e de imprensa. E também demonstrou morrer de medo de seu carrasco histórico, o Atlético (mas isso não era novidade pra ninguém)Também, o que esperar de um time que se gaba de "participar" de competições?

Quanto às torcidas, também fica a do Galo como vencedora moral desse primeiro semestre, logicamante considerando a imensa desproporção entre a Massa e o pequeno ajuntamento de torcedores azuis, em qualquer lugar do mundo. Por não ter se fiado no mito da superioridade antes da prova, por ter sabido exatamente o que comemorar quando do primeiro triunfo, por se mostrar orgulhosos de serem do Clube Atlético Mineiro mesmo após o revés, a torcida do Galo sempre esteve, sim, em um patamar diferente dos outros grandes clubes. Que dirá da reunião de coitados que é a torcida cruzeirense, que, morrendo de medo do Atlético, rasgou a calcinha nas ruas em comemoração a escapar do nosso castigo, num frenesi onde os fogos se confundiam com os peidos frouxos de covardia dessa turma que tenta ganhar na base da intimidação antes do mano-a-mano, antes de por a bola no chão e provar que é melhor. Acabou que eles ganharam, mas provar que são o Barcelona ainda tá difícil. Afinal, alegria de cruzeirense é "participar" de Libertadores. Tipo o Uberaba ficando feliz de participar da Taça Minas Gerais. Taí, o Cruzeiro é o Uberaba das Américas. 

O Galo não é campeão, mas está de parabéns por suplantar tantas dificuldades em tão pouco tempo, e fazer o time mais arrogante do Brasil suar o fiofó pra ganhar apertado de um time de garotos (que deixaram o Cruzeiro ganhar). Para nós, não é algo digno de mérito, mas frente à vergonha que é ser cruzeirense nesse momento, até que saímos do Campeonato Mineiro com um saldo positivo.


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domingo, 8 de maio de 2011

Recado aos cruzeirenses

Prezados cruzeirenses,

Hoje nos enfrentaremos no primeiro dos dois jogos das finais do Campeonato Mineiro de 2011. Finalmente chegou o momento para passar a limpo tudo o que foi falado a respeito dos dois times no decorrer do ano. É fato que Atlético e Cruzeiro receberam tratamentos bem distintos da imprensa no decorrer desses quatro meses iniciais, e teremos então a oportunidade de confirmar, ou não, se o que vocês falam e a imprensa repete condiz, de forma prática, com a realidade.

Durante esse primeiro semestre, nós, atleticanos, tivemos que ouvir uma gritaria e uma ladainha que afirmava ser o Cruzeiro um "Barcelona das Américas", um time imbatível, um time naturalmente impossibilitado de perder uma partida. A comparação com o super escrete catalão tomou proporções interessantes, ao ponto de muitos de vocês publicarem comparativos individuais para basear conclusões do tipo "Montillo é duas vezes melhor que Messi", e coisas do gênero.

Tivemos que ouvir, também, que o Cruzeiro é o franco favorito em todas as competições de futebol mundo afora, que o Campeonato Mineironão passa de uma formalidade e que nele não há rival que jogue o suficiente para tirar a taça do time da Enseada das Garças. Vocês têm sido assertivos e categóricos quando o assunto é o clássico: "coitado do Atlético", dizem, "veceremos humilhantemente só para mostrar a distância que nos separa". Logo, compreendemos que os senhores entrarão em campo como campeões autodeclarados, como é de seu feitio recentemente. (Não pretendo comentar, entretanto, a ocasião do jogo de quarta passada, pois o assunto agora é nosso mano-a-mano). 

Essa postura dá a vocês não apenas o favoritismo na disputa do Campeonato. O fato de assinarem a afirmação de sua superioridade os obriga a vencer, e não vencer somente, mas vencer como um legítimo time "de outro mundo", um time à frente de seu tempo e que nem de longe dê sinais de não estar no total controle durante toda a duração das duas partidas. Vocês e a imprensa simpatizante já venderam o Cruzeiro como Barcelona, portanto, agora é hora de vocês o serem. Mostrem para nós que Barcelona é esse. Cumpram seu dever, vençam o Atlético e voltem para casa como quem pagou o que devia, como quem nada mais fez que a obrigação. Gritar, soltar foguete, buzinar, neste caso, seria sinal de fraqueza, uma vez que vocês nos consideram um time tão inferior. Sejam coerentes.

Enquanto isso, nós, atleticanos, conhecedores que somos do time que nos representa, sabemos bem das dificuldades que teremos nessa decisão. Temos humildade para saber nossas limitações, e sabedoria para identificar nossos pontos fortes. Trabalhamos calados, e acreditamos, por uma série de fatores, que o Galo tem condições de vencer o seu time, mesmo sendo ele o Barcelona. Essa é uma característica do nosso povo, o povo atleticano, que é se fiar nas possibilidades, e estando o Galo em campo, em qualquer situação, acreditar sempre na vitória. E se ela não vier, continuamos ao lado do clube, porque o clube somos nós, e todos ganham ou perdem juntos. Não é algo fácil de explicar para vocês, que vivem uma lógica diferente, um tipo de relacionamento diferente frente ao time que os representa. Enquanto vocês sobem no pedestal antes de pisar na relva, nós nos preparamos pra guerra e afirmamos: vamos entrar com todo nosso poder de fogo. Pode ser que vocês não se preocupem com isso, considerando a sua opinião sobre nós e sobre todos os outros times do Brasil (e da Colômbia, porque não?). Mas já adianto que podemos ganhar, empatar ou perder, mas nosso time vai buscar a vitória e nós acreditamos que ela virá.

O que eu quero dizer com isso tudo, é que depois de tudo que vocês falaram e plantaram na imprensa, chegou a hora de provarem cada linha que se escreveu sobre o "Barcelona das Américas" e sua superioridade infinita. Se vocês vencerem, parabéns, cumpriram seu dever, e podem voltar para casa quietinhos. Mas, se vocês perderem, meus caros, preparem a pele. Não vai adiantar se esconderem: vocês serão expostos e ridicularizados, e tudo aquilo que foi falado de sua superioridade será posto à frente de vocês para as devidas justificativas. Não adianta fugir, vocês estarão cercados. Vocês sabem que somos muito mais numerosos que a sua turma, e o exército de geradores de conteúdo zoativo não perdoará uma brecha que seja. Na internet, todas as mídias apontarão sua vergonha, que fatalmente alcançará o rádio e a tevê, de quem vocês são muito queridos e por eles sempre poupados. Nas ruas, no trabalho, na vizinhança, durante muito tempo vocês serão lembrados, dia após dia, que vocês venderam o que não tinham, que se passaram pelo que não são, que se tornaram o embuste do futebol brasileiro. Que se fiaram na falsa superioridade, tentando initmidar quem quer que fosse, mas que no final se provou tratar-se de uma fragilidade tanto de futebol, quanto de caráter.  Pense na sua responsabilidade. Que seu time entre com ela em campo.

Até as 16:00hs.
Marcelo Vargas
Blogueiro Atleticano.

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Alegria do Brasil (III)


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Alegria do Brasil (II)

Foda!

Se você não conhece o original, nem os inúmeros derivados, você é offline demais.

Alegria do Brasil

Evento anual e tradicional, o dia mais divertido do ano para os brasileiros é a eliminação do Cruzeiro na Libertadores.


Data tão certa quanto o Dia das Mães. Vamos desenvolver mais esse assunto.

domingo, 1 de maio de 2011

Vai começar o Brasileirão 2011

Vai começar o Brasileirão 2011. Pulando, de propósito, o assunto sobre as finais do Campeonato Mineiro, após classificação tranquila, porém insegura, e a expulsão mais estranha que eu já vi, resolvi chamar a atenção para o fato de que o time que o Atlético mostrará na competição nacional será bem diferente deste que agora acompanhamos. Além dos já contratados Guilherme (atacante), Marquinhos Cambalhota (atacante), Gilberto (volante) e Dudu Cearense (volante, pra mim a melhor contratação do meio do ano), ainda há especulações sobre jogadores que Kalil possivelmente trará para a Cidade do Galo, visando também à Copa Sulamericana. Vamos às possibilidades:

Jonatas Obina (atacante): centroavante do América de Teófilo Otoni, aquele mesmo que tomou 15 gols em dois jogos. Essa contratação é dada como certa pela imprensa. É uma aposta, embora eu ache desnecessária. Acho que a tendência, num time com tantos atacantes, é que ele seja repassado a outro clube por empréstimo.

Keirrisson (atacante): centroavante de nome esdrúxulo que está no Santos, parece que vem participando dos jogos por lá e é pretendido por Dorival. Auto-apelidado de K9, surgiu no Coritiba fazendo estragos e recebeu tratamento de craque, indo depois para o Palmeiras até ser vendido, rapidamente, ao Barcelona, que apostou muita grana nele. Lá na Espanha ele sumiu, e hoje o time do Messi paga os (altíssimos) salários pra ele ficar aqui no Brasil, jogando um futebol bem mais-ou-menos num time que tem Neymar, Ganso e Elano (aí, até eu...). Acho uma contratação cara demais e desnecessária. Mas andam falando tanto nisso, que eu acho que ele vem mesmo.
 Keirrison e Ciro em seus melhores dias

Ciro (atacante): mais um centroavante na lista de especulações, Ciro é jogador do Sport Recife. Teve um início promissor, foi considerado a joia da casa. A diretoria do clube pernambucano rejeitou ofertas milionárias na esperança de que se tornasse um jogador magnífico, mas seu futebol foi sumindo, sumindo... Lembra tanto o Renan Oliveira, que chegaram a veicular uma troca envolvendo os dois. Eu não acredito muito que ele venha pro Galo, até porque seu nome já virou assunto batido, diferente da preferência da diretoria atleticana, que prefere negociar em silêncio.

Dedê (lateral esquerdo): Jogador que deixou saudades no Atlético, hoje com 33 anos de idade e mais de 10 jogando na Alemanha, Dedê tem contrato até o meio do ano com o Borussia, e já informou que não vai renovar o vínculo por não querer ficar no banco de reservas. Ele já havia recusado propostas de grandes clubes brasileiros em janeiro, mas parece que dessa vez ele volta. Resta saber se é pro Galo, e se ele ainda é bom o bastante pra querer ser titular.

Belletti (meio-campo / lateral direito): assim como Mancini, Belletti pode retornar ao clube que o projetou internacionalmente, e também mudando de posição por já estar velho e cansado de correr. Acontece que sua dispensa do Fluminense se deveu a seguidos problemas de contusão, mostrando que o atleta já anda  bichado. Pode ser que o Kalil queira outro Daniel Carvalho na equipe, mas eu duvido.

Taison (atacante): ex-Inter, ótimo jogador, custa caro e está muito visado. Duvido que venha pro Atlético, mas seria muito melhor que um Keirrisson da vida.

Diego (meio-campo): ex-Santos e Seleção Brasileira, da geração do Robinho, já foi especulado no Galo. Mesmo caso do Taison: seria bom demais ele vir, mas acho impossível.

 Taison chegou a cantar interesse do Galo em seu twitter.

Coelho (lateral direito): aposto que se esse Patric não vingar, o Kalil vai lá na Turquia buscar o lateral Campeão Mineiro pra jogar aqui de novo. Tá certo que o cara não tem nem 30 anos ainda, mas eu não gostaria disso não.

Gilberto Silva
(volante): tendo o Atlético dado ao Brasil a oportunidade de ser pentacampeão mundial, revelando para o mundo o volante que comandou o meio-campo defensivo canarinho na terra dos zóio puxado, seria justo que o mesmo voltasse para encerrar a carreira no escrete galista. O único problema é que parece que a carreira dele já acabou, então aí fica difícil! Mas uma coisa é certa: ele volta pro Brasil no meio do ano.



Pagar caro pros ex-atleticanos e atuais figurões encerrarem a carreira com dignidade. Vale à pena?

Fahel (volante): um ruinzão que joga no Botafogo. Os cariocas estão doidos pra correr com ele de lá. Andaram falando que ele vinha pro Galo, tomara que não.


Fernandão (atacante): ficou famoso jogando no Inter, foi pro exterior, voltou pro Brasil, passou pelo Goiás (clube que o revelou), e foi parar no São Paulo, onde não consegue se firmar. Em tempos áureos, foi o líder do Inter na conquista da Libertadores e do Mundial. Apesar do mau momento, muita gente o quer contratar, e a possibilidade de se juntar ao Maior de Minas e do Universo é bem remota.


E você? Acredita em outras possibilidades? A caixa de comentários está aberta!

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Você está sendo enganado

Ganhamos. Foi de mais de um gol de diferença. Com a vantagem do empate, o adversário precisa fazer três gols de diferença no próximo jogo para se classificar. Tem muita gente acreditando que o Atlético vai com tudo pra final, mas quem viu o jogo sabe: esse time do Galo é ruim demais. Esse time do Galo tá enganando a gente. Fica aí parecendo que está seguro em suas atuações, mostrando placares folgados, como o 7x1 no penúltimo jogo. Mas quando a gente vai ver, o futebol é desconexo, falho, fraquíssimo. E as vitórias só se justificam na ruindade suprema dos adversários. O América de BH, por exemplo, vai brigar muito com o Bahia pela lanterna do Campeonato Brasileiro. Então, não adianta a gente achar que ganhamos de alguém qualificado. Com todo respeito ao América e sua torcida, mas não ganhamos. E ó, esse meio-campo do Galo que tá aí, contra o Cruzeiro... abre o olho, galera...